Elvis morreu. Einstein. Unamuno. Maquiavel. Eu não.


Ela não morreu. Elvis sim. Einstein. Unamuno. Maquiavel. Todas essas pessoas grandes.

Enquanto isso, as coisas mudam. Revolucionam. Sacodem. Chacoalham - ela adora essa palavra. Rotina? Felizes aqueles que não sabem pra onde vão. Quando isso acontece você sempre bate um papo profundo com você mesmo. Ô, que limpada. Eita descoberta. Tudo de novo, só que dessa vez diferente. Ah, pode dar errado, pode dar certo - e assim é que é bom. Que venha a surpresa. Ela nunca se sentiu tão viva, e ela nunca acreditou tanto numa coisa que ela nem sabe o que é.

 

Ah, sim... e em homenagem a este momento, exclusivamente um texto (que foi cortado porque não cabe inteiro) que não é dela, que não é novidade, mas que sempre soa diferente a cada vez que você lê. E ainda vêm me falar de filtro solar?

 

 

Mude

 

Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.

Não faça do hábito um estilo de vida. Ame a novidade. Mude.

Lembre-se de que a Vida é uma só.

E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.

 

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo.

 

Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez.

 

Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas,

mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.

 

Só o que está morto não muda !

 

Edson Marques



Escrito por ela mesma às 16h07
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Essa é ótima...

...e em homenagem à queridona, que passou um texto também ótimo sobre... homens.

Por que uma mulher dá duro durante dez anos para mudar os hábitos de seu marido e depois se queixa que ele não é mais o homem com quem ela se casou? (Barbra Straisand)

Straisand é com "a"? Enfim, control c / control v.



Escrito por ela mesma às 17h33
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Hoje ela escreve muito...

...e em nome de muitos, em homenagem (estamos numa época de homenagens) àquele tipo de pessoa nada especial e que busca, desesperadamente ser especial.

Aquele tipão que faz pose de inteligente, usa sapato caro, mas não sabe combinar a meia direito.

Que entra num lugar pelo sobrenome, fatura um cargo bonito - cujo prazer em esfregá-lo na cara dos colegas, nesse caso visto como inferiores, é indescritível -, incha o peito pra querer respeito, mas não é capaz de olhar nos olhos enquanto faz o tão espoeirado e vazio discurso.

Discurso? Na hora de fazer discurso de verdade, com gente que este tipo de pessoa considera ser de verdade, não sabe o que dizer, não sabe caminhar, não dá sentido às palavras - elas são simplesmentes misturadas e postas pra fora com uma voz tão trêmula quanto o resto do esqueleto.

Aquele tipo de pessoa que mora sozinha (oooh, quanta independência), mas procura a barra da saia da mãe em todo lugar – no chefe ou num colega que também tente falar bonito e parecer importante. Porque amigos... eita. É uma solidão justificada pelo fato de que todo mundo tem medo de picada de cobra.

Mentir sobre pessoas honestas, ter medo de quem fala a verdade (e que trabalha de verdade!), colocar o próprio nome no trabalho do outro pra encobrir a falta de talento – porque gente que não sabe fazer nada, exceto dizer que faz tudo e dizer que ninguém faz nada, só se salva pela piedade dos outros.

Incrível, mas depois de tudo isso, esse tipo de gente ainda é capaz de acreditar que tem poder. Mas ela vai dizer uma coisa: ficar lendo jornal depois do expediente pra parecer hora-extra e puxar o saco de quem usa o terno mais bonito (porque quem usa tênis não tem comprometimento) tá mais pra golpe do baú - a esposa burra sustentada pelo marido rico.

Esse tipo de pessoa só tem uma opinião formada: dinheiro. Venda a mãe por dinheiro.

Enfim, quando as nádegas crescem mais que o cérebro e a própria capacidade, eis que surge essa raça tão abominável que as pessoas nem sequer conseguem odiar: sentem pena.

 

É... o travesseiro dela é bem mais macio.

Escrito por ela mesma às 14h44
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Aham...

Dentre milhares de fios dourados reluzentes no sol da manhã

Dentro de um All Star escrito Triton a la canetão

Eis que já surgiu uma pequena criança

Que hoje já não mais dança

Ao som das cantigas de ninar.

Eis que hoje o menino se fez homem (creim)

E o dia de ontem

Não é o aniversário de hoje

Nem a lembrança de amanhã.

 

É uma pequena homenagem a este grande comentador deste blog que vos fala por tantos e tantos dias, e que enriquece o espírito destas almas amigas que nos fazem tão bem.

Enfim, parabéns Boi!!!!!

 



Escrito por ela mesma às 18h00
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