 |
|
|
Que nó. Quanta pergunta. Quanta pergunta!
Ela gostaria de ficar indiferente a gente curiosa, mas não dá. Gente assim, interessada demais, é melhor manter longe, mesmo que seja de perto. Dá pra entender?
Curiosidade às vezes mata o respeito; passa por cima, não enxerga os limites de quem quer simplesmente ter uma vida simples. Sem flashes. Sem ser capa de revista. Sem ser fofoca.
A curiosidade é movida por fatos novos. O respeito, pela convivência dos fatos ordinários - aqueles que mostram quem é você nas horas vagas, longe dos flashes, longe das capas, com seus defeitos e carências. Aqueles que mostram uma pessoa que sente, em vez de mostrar uma fofoca de ferro.
Coisa de gente que pensa curto, que acha que o máximo é saber da vida dos outros antes dos outros. Parabéns. Ela também gostaria de ter tanto tempo assim pra cuidar da vida alheia. Basta a dela. E olha lá.
Escrito por ela mesma às 21h21
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
In the deep*
Thought you had all the answers to rest your heart upon but something happens don't see it coming, now you can't stop yourself now you're out there swimming in the deep
Life keeps tumbling you heart in circles till you let go till you shed your pride and you climb to heaven and you throw yourself off now you're out there spinning in the deep
*Bird York
Escrito por ela mesma às 14h54
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Ahhh...
Essas coisas que são boas de curtir sozinho... você ali, dando risada, o povo todo pensando que você é louco.
A trilha sonora perfeita pra rechear aqueles momentos pós-decisivos. Aqueles que demoram um bocado pra aparecer, que você quase morre pra chegar lá, pra depois olhar pra trás e dar risada. Não tem decisão melhor do que aquela da qual você não precisa perguntar pela opinião de ninguém. Sei lá, tem uma voz desgraçada lá dentro, dizendo pra você fazer - só fazer!, que só aparece de vez em quando, mas que nunca tem erro.
Não existe sonho sem sacrifício. Valem todos - todos os sonhos, mas nem todos os sacrifícios. Não vale vender a alma pro diabo. Alugue. E faça de você mesmo a sua escada. Se machuque, se esmague, mas faça isso só com você, pra poder se olhar no espelho e dizer: bah, tu é louco, mas eu te perdôo. E pra poder deitar a cabeça no travesseiro sem peso, sem pira, sem neura, pronto pra próxima.
Escrito por ela mesma às 15h11
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Esse vazio...
...filhodaputadocãodesgraçadodumafigadocaralhodocudodemo!
Ela faz tantas coisas, meudeusdocéu, tantas coisas, mas nunca é o suficiente. Um vazio que vai aumentando como se dissesse: "ok, minha cara, você está indo para o lado errado. ok, minha cara, volte! hello, volte. volte, senão vou puxar teu pé à noite. buuuuu. vou crescer e rasgar ainda mais teu estômago, e fazer o ponto de interrogação da tua cabeça pesar mais duas toneladas".
Não sabe se são traumas ou são desculpas. Ou se são desculpas ou traumas. Quem explica? Vontade de abraçar o mundo, mas medo de pisar na rua depois das seis da tarde. É covarde ou apenas tenta se agüentar viva enquanto o tal sonho não vem?
O sonho vem mas leva o que tinha. Disposta a trocar tudo pelo novo? Temporário, que seja; ou definitivo, depois que acontecer. Só tem resposta depois daquele momento em que já se despediu do que tinha mas ainda não tem o que espera. Boa hora pra tomar uma das garrafas de vinho esquecidas na cristaleira da sala. Estão quase acabando. É uma contagem?
É um ritual sem sangue.
Escrito por ela mesma às 20h04
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Sempre entorpecida...
Descobri que a vida é um projeto. Na verdade, uma seqüência de pequenos projetos.
Projeto: algo que tem começo, meio e fim. Já escrevi sobre o fim por aqui, mas até então não tinha imaginado que seria tão bom estabelecer prazo pra muita coisa nessa vida.
Coisas de sorte, como amor e morte, não ganham um ponto final da gente. O que resta, que é muito (mas parece pouco quando a gente não percebe que tem fim), é a gente que decide.
Decidi tornar as coisas mais curtas, pra conseguir fazer mais coisas. Decidi só começar se souber quando vou terminar. Descobri que um prazo de validade deixa a consciência acordada e faz o valor de cada coisa nos saltar aos olhos: a expectativa de começar, a dúvida e o trabalho de continuar, o alívio de terminar e a saudade de já ter feito, com a paz de só lembrar dos melhores momentos.
Que seja, mas que tenha fim. Percebi que as melhores emoções que guardo são de coisas que acabaram, e as melhores emoções que tenho são do que realmente não sei quando terá fim.
O que importa é não arrastar um peso morto.
Escrito por ela mesma às 19h44
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Talvez uma mudança de planos, como sempre.
Nada de arroz, feijão e bife. Mas também talvez nada de queijo de cabra.
Talvez entre ser mais inteligente, prefira ser mais feliz.
Talvez a música tenha perdido a graça nos últimos dois anos, porque o fone foi abandonado nos últimos 2 anos. Música merece fone. Música merece tempo.
Tempo... e um belo copo de cerveja, em vez de uma taça de vinho tinto.
Escrito por ela mesma às 10h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Tenho comido todo o arroz, feijão e bife que posso.
Tenho tomado todo o guaraná do mundo!
Banana todos os dias.
Esses caras vão me fazer muita falta.
Queijo de cabra! Nhá!
Escrito por ela mesma às 20h07
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Cá está ela falando sozinha novamente... engraçado "conversar" com quem vai ler aqui daqui uns meses, quando essa for a minha newsletter oficial. Parece que já é amanhã.
Ah... não vejo a hora.
Escrito por ela mesma às 17h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Nossa...
...lembrei a senha. Tá ressucitado.
Escrito por ela mesma às 08h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Enquanto isso, na Sala de Justiça
Mas gente... ela pensava que fosse ao contrário: quanto mais o tempo passa, mais a gente se acostuma e se rende à rotina (falando da rotina de novo, pequena?). Mas não. Deve ser uma doença, porque a rotina ultimamente tem provocado coceiras intermináveis e que aumentam em progressão geométrica. Pulga na cueca, adoçar café com pólvora... Afinal, "cada minuto é uma nova chance de mudar tudo", dizia o filme do céu de baunilha.
Toda vez que a gente se joga no meio da fogueira do imprevisível, bate aquela saudaaaade da rotininha confortável. Até que a gente reencontra essa bichinha. Mas quando isso acontece, uma vozinha aguda vem lá de dentro, como se dissesse "é bom, mas tá errado. Mexa-se. Dê um jeito de não saber o que vai acontecer amanhã".
Nesse momento, o amanhã vai ser uma surpresa (boa, ruim, foda-se). Por enquanto, ela só sabe do ontem. E o ontem lembra de uma menina que faz muita falta por aqui, mas que já matou a pau no jogo de palavrinhas de um teste que faz muito marmanjo tremer. Pequena Roedora, feliz estamos com este repentino sucesso "pucqueziano". O mundo ainda vai ouvir falar muito de você. Provavelmente isso vai acontecer porque você simplesmente foi, sem pensar muito no senão, procurar o que não sabia numa terra de "tchês", "tris" e "bahs", longe da proteção dos potes de biscoito e das sopinhas quentes de ervilha com bacon, que agora só aparecem na sua vida numa média de cinco vezes por ano. É ruim, mas não é bom?
Menina de doce de biscoito, será que é você que espera o que o mundo vai trazer, ou será que é o mundo que espera o que virá da Pequena Roedora?
Mistério... suspense... mas a gente já sabe a resposta. Mesmo quando a resposta não depende de rotina nenhuma. Um beijão.
Escrito por ela mesma às 09h41
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Onde estão todos?
Essas idas e vindas trazem muita coisa boa, mas levam outras para um caminho obscuro e cuja resposta ainda nem dá sinal de talvez ser encontrada.
Afinal, é muito provável que depois de voltar para um lugar após uma longa ausência, você pense (nem que seja por alguns instantes) que as pessoas vão continuar "sendo" a partir do dia em que você partiu, lá no passado.
Tcharam, elas não vão; já foram. E não vão mais voltar. E é bem provável, também, que elas estejam pensando a mesma coisa de você.
Enfim, onde estão todos?
Ops...
Parece que a pergunta certa pro título seria...
...quem é você...agora?
Escrito por ela mesma às 13h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
"Sorrio; logo sou incompetente"
Sem comentários, exceto este: um dia ela ainda vai entender por que algumas pessoas ainda insistem em confundir bom humor com incompetência ou infantilidade... e pessoas "bem humoradas que fazem piadas inferiorizando os outros" são empenhadas, sérias e comprometidas. Um dia. E olha... vai demorar.
Escrito por ela mesma às 15h27
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Coisas engraçadas da vida
Olha guriazinha...
Cheiro de mudança atiça o paladar. Quanta fome de coisa nova, gente nova, situações novas.
A cabeça fica nova, e dando risada dessa gente que vive mudando de idéia. Só existe uma que funciona: a que diz que TUDO VAI DAR CERTO.
Olha guriazinha... essa falta de sossego é que faz a vida andar e carregar muita coisa junto: as ruins que vêm logo, e as boas que demoram pra vir, mas não páram de chegar.
Beijo pra essa vida. Coisa mais boa.
Escrito por ela mesma às 11h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Como prometido...
...lá vai!
Os melhores nicks do MSN dos últimos tempos
- Certo sim, seu errado.
- A vida é boa quando tem uma guitarra te esperando em casa
- Posso te chamar de xícara?
- Sou Chapecoense e não desisto nunca
- O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente
- Alguém que eu conheço foi na Dete
- Vende-se embalagem stand para erva mate. Coloque sua marca e domine o mercado.
- Bando de filha da putaaaaa!!!
- Semana vadia
- Deus salva, só o rock alivia
- To vendendo meu estômago pra comprar um mais moderno e eficiente
- Em minhas veias o sangue não corre: faz pega!
- Dê as costas para a vida que ela come o c...
- Ô maravilha: carnaval já passou e o natal tá longe, longe.
- Eu juro que esse scanner fuma maconha
- Nosso gibanes é mais brabo que o gibanes dos outros
- Power Point queime!!!
- It´s raining (but not) man
- BOM DIA MUNDO!!! Está pronto para ser esmagado?!?!?!
- Um clichê é uma verdade na qual ninguém acredita
- Sempre que você se encontrar do lado da maioria é tempo de parar e refletir
- Colocaram pinga no meu iogurte???
- Hoje descobri que a vida acontece enquanto fazemos planos para o futuro (John Lenon)
- A negada lá da rua são tudo meus amigo das pernada ecológica
Escrito por ela mesma às 10h50
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
De volta às madrugadas
Ô saudade de aproveitar o tempo de uma forma diferente. É, a rotina pegou de novo. Você só vê essa bichinha quando volta a fazer o que você fazia com mais freqüência, depois com menos, depois nunca mais. Ironia, não? Às vezes sair da rotina é voltar a uma antiga rotina. E por que não?
Houve um tempo em que o dia era noite e que o silêncio das madrugadas era um grande parceiro de conversa. Até é melhor; quando o eco é maior, você consegue ouvir muito bem o que você mesmo tem a dizer. Saudade das madrugadas. Até de Corujão, A Feiticeira e Telecurso de 2o grau e sua velha e rotineira vinhetinha de sempre. Mas... ah... é tão bom lembrar do que você já estava quase esquecendo...
Houve uma época em que passar a madrugada em claro era um esforço quase natural: vai, você tem o resto da vida pra dormir; faça hoje, porque talvez amanhã você não acorde. É macabro, ela pensa muito em morte, mas enfim... ela acha que a vida seria uma ração sem o tempero da morte. Aliás, pode ser o medo da morte o causador da quebra da rotina.
...
...rotina, morte, amor. Repetindo os mesmos assuntos, de novo?
...
...que rotina!
Azar. O você de ontem não é igual ao você de hoje - ainda bem!!! Rotina, morte e amor serão novos a cada dia.
...poético isso.
...
...escrever coisas poéticas está virando rotina.
Escrito por ela mesma às 23h31
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |